sábado, 30 de julho de 2011

Sobre mim, diante do resto do mundo.




Que o romantismo, cada vez mais raro e falso, ainda me encanta e fascina.
Que um sorriso ingênuo de um desconhecido me faz saltitar.
Que um bom dia caloroso, me traz esperanças indefinidas.
Que uma bela música me dá vontade de cantar, gritar, chorar, sonhar.
Sonhar que a música se transforme em vida, vida real.
Que a vida real seja tão bela e singela quanto à música.
Que um dia, aquele desconhecido entenda minhas entrelinhas confusas.

Que a utopia se transforme, e ao acordar perceba que o sonho singelo foi só um reflexo da minha vida real.

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